| Ano de Publicação | 2025 |
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| Número de páginas | 152 |
THE BIRD
Cultura em movimento
No final da década de 1970, durante o período conhecido como a época de ouro das revistas — que provavelmente se estendeu até o início dos anos 2000 — lançamos a revista INTERVIEW, edição brasileira em colaboração com a publicação homônima de Andy Warhol, de Nova York. Quatro palavras definiam seu conteúdo: arte, diversão, moda e sociedade. Na primeira edição, entrevistas, claro, com Andy, Jack Nicholson, Truman Capote, Telmo Martino, José Zaragoza, a princesa Tutti de Orleans e Bragança, Dayane Von Furstenberg, Daniel Más, Sonia Rykiel e Zezé Mota, entre outros. Interview foi marcante: uma novidade saborosa, instigante e perene.
Agora, com o lançamento desta THE BIRD, passamos a limpo o conteúdo: destinos, arte e cultura. Mudou, mas nem tanto, não é mesmo? Para abrir os trabalhos, entrevistei Bob Wolfenson, um dos maiores fotógrafos do Brasil. Quando pensei em quem falar sobre viagem, moda e fotografia, ele foi o primeiro nome que me veio à cabeça.
Entre tradição e modernidade, Viena preserva sua alma imperial sem deixar de olhar para o futuro. Reconhecida como capital da música, reúne igrejas, palácios e museus que narram sua história. A cidade revela-se em sua arquitetura, cultura e estilo de vida refinado, sendo um destino que segue fascinante e essencial no mapa cultural europeu.
São Paulo, por sua vez, abriga um dos circuitos mais vibrantes da arte contemporânea global. Entre arquivos modernistas e práticas emergentes, suas galerias ampliam discursos e fronteiras. Nesta edição, destacamos cinco espaços que transformam o presente da arte brasileira.
Nos anos 1980, Cláudio Parreiras viveu uma Paris pulsante, entre moda, arte e rebeldia. Ilustrador e stylist, ele transitou do Rio de Janeiro à cena underground francesa, com traço e atitude inconfundíveis. Nesta edição, revisita memórias de uma década que ainda arde.
Na época do Império Romano, Roma era “a cidade das cidades”, atraindo artistas e escritores em busca de prestígio e mecenato. Séculos depois, já sob a influência do cristianismo e do papado, a cidade tornou-se destino obrigatório para peregrinos devotos — e, a partir do século XVII, também para literários.
E os hotéis que respiram a cidade, onde design e conforto se equilibram para inspirar pausas memoráveis, feitas de detalhes.
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